Pensamento do dia...

Olá! Como vocês estão? Acordei essa manhã com o som das ondas do mar, ao longe... se quebrando na areia da praia. O céu amanheceu sem nenhuma nuvem. E com um dia tão lindo fui à cidade para dar uma voltinha e fazer algumas compras. Desde pequena passo minhas férias no litoral norte, em Caraguatatuba. E um dos meus lugares favoritos é o calçadão da beira-mar, onde tudo acontece. Festas, eventos, apresentações musicais. Hoje, passando de carro, vi o Parque de Diversões da cidade.

Há tempos conheço esse parquinho. Quando eu era pequena, ia com as minhas irmãs no fim de tarde. Um pequeno parque com montanha-russa, roda-gigante, carrinho de bate-bate, carrossel...

Com o pé na areia e um algodão doce em mãos, eu adorava passear por entre os seus brinquedos. Lembro-me de achar o parque tão grande! Minha hora favorita era quando escurecia e as luzes coloridas dos brinquedos se acendiam. Tudo ficava iluminado e mágico!

E hoje, passando em frente a ele, lembrei-me dessa época. Com novos olhos vi a minha roda-gigante favorita, que não é tão grande assim, e a montanha russa, que me parecia tão alta e assustadora.

Foi bom poder vê-lo novamente e perceber o quanto nossos pensamentos e ideias se modificam com o passar do tempo. Vocês já vivenciaram isso? Já fizeram algo que costumavam fazer quando crianças e perceberam como enxergavam o mundo de um jeito tão diferente?

Talvez seja isso… aprender a olhar o mundo de outra forma. Com mais leveza, com mais coração e até sorrir para aquilo que um dia pareceu tão difícil.

Uma ótima semana!😘

Coluna das Cerejeiras

Olá! Como vocês estão? Hoje foi um domingo de céu azul e pé na areia. E com esse dia de temperatura fresquinha vim me sentar na varanda e conversar com vocês. Ah... e com uma fatia de um curau delicioso no pratinho! Sempre aproveito as tardes de domingo para organizar minha semana de escrita. É um hábito que pratico há muitos anos. Esteja onde eu estiver, sempre trago os meus cadernos e faço o meu planejamento.

Mas como eu organizo a minha escrita? Bem, cada escritor possui o seu método de trabalho. O meu inclui dois cadernos: um para a escaleta e o outro, para o desenvolvimento das cenas.

Quando estou escrevendo uma história preparo um roteiro, a Escaleta. Com ela, não tenho bloqueios, lacunas ou dúvidas por qual caminho estou percorrendo enquanto escrevo. Não gosto de sentar-me de frente a uma folha de papel em branco e esperar que as ideias surjam... elas nunca surgem dessa forma para mim. E como sou uma escritora que precisa visualizar meus pensamentos, transformo minhas ideias em palavras. Por isso, durante os meses de escrita preencho muitas folhas de caderno com descrições de personagens, cenas e cenários.

No momento seguinte, uso um segundo caderno para desenvolver as cenas. O que descreverei na cena, qual decisão o personagem irá tomar e o motivo, o que é necessário pesquisar para desenvolver melhor um lugar que estou descrevendo em um parágrafo... É o caderno onde germino meus pensamentos, onde transformo algo abstrato em concreto. E confesso que gosto tanto desse caderno quanto daquele onde escrevo a história — o meu caderno de escrita. No fim das contas… um terceiro caderno.

Porque escrever uma história é vivenciar cada momento dela. Sentir, ver e escutar o mundo que estamos criando a partir de um vazio. Um lugar onde podemos escolher cada pequeno detalhe e isso é um processo inebriante para um escritor.

Um ótimo domingo para vocês!😘😘

Um jardim de cactos...

 

Olá! Sábado com o pé na estrada. Ontem, fiz algumas paradinhas para tomar um café e comprar comidinhas gostosas: curau, pudim de milho, pão de semolina, doce de leite, biscoito de polvilho...

E em uma dessas paradas encontrei esse lindo jardim de cactos 🌵. Aliás, o paisagismo do restaurante Graal da Carvalho Pinto traz um paisagismo ‘desértico’. Além dos cactos encontrei plantas ornamentais e um cantinho verde com bancos de madeira. Um lugar aconchegante para uma caminhada ou um descanso breve, antes de pegar novamente a estrada.

Fotografei para vocês verem. E como o céu estava bem azul, os verdes dos cactos e da grama tornaram a foto ainda mais bonita! Vocês não acham?

Um bom final de semana!😘

Cinema & Pipoca

 

Olá! Como vocês estão? Na semana passada comecei a assistir a uma nova série taiwanesa na Netflix: O Agente Divino.

Com uma mistura de folclore tradicional, atmosfera sombria e fantasia moderna, a série, baseada em um romance literário taiwanês, traz uma fotografia estilizada com ótimas cenas noturnas. A cidade, aliás, é um personagem à parte. Com 8 episódios ela nos faz refletir sobre redenção e identidade.

Como vocês já sabem, gosto de séries que contam histórias sobre lendas e mitos. E como sou curiosa, fui pesquisar sobre o personagem Nezha, para o qual nosso herói trabalha e descobri que ele aparece em textos clássicos da mitologia chinesa. Na série, ele ganha um visual moderno, mas mantém os traços do mito original. Ele é rebelde, tem um poder destrutivo e uma ligação com o divino.


Já o protagonista Han Chieh (Kai Ko) é um anti-herói que não deseja servir a Nezha, o Terceiro Príncipe Herdeiro (Wang Po-chieh). Mas por carregar uma culpa - um erro que cometeu na infância -  precisa seguir esse caminho e servir a ele.

Ao longo do caminho, Han Chieh conhece a otimista estudante universitária Yeh Chih-ling (Buffy Chen) e o detetive Chang Min (Johnny Yang), capaz de ver espíritos. Juntos, eles enfrentam o impiedoso vilão Chen Chi-sha (Chen Yi-wen) e tentam descobrir a verdade por trás de Wu Tien-chi (Hsueh Shih-ling), um ser que ameaça o equilíbrio entre o Reino Humano e o Reino dos Demônios. Através dessa missão, Han Chieh redescobre seu propósito e o verdadeiro significado de seu dom.

Um projeto visual bem planejado que nos mostra como o cinema asiático sabe contar uma moderna e instigante história. No final, você se sente compelido a ‘mergulha’ na rica e antiga mitologia taiwanesa.