Apesar de o livro conter mais de 500 páginas, a leitura é fluida. Li a obra devagarinho, um capítulo por dia. Às vezes, retornava ao mesmo assunto no dia seguinte, pois Podemos fazer coisas difíceis não é uma obra para ser apenas lida. Há vários trechos que chamarão sua atenção e que você terá vontade de copiar ou destacar com um post-it.
Com uma diagramação agradável e limpa, você se sentirá batendo um papo com as autoras, como se estivesse ao lado delas em uma aconchegante sala com sofás e uma lareira. Essa é uma sensação que você terá assim que folhear as primeiras páginas. Os títulos dos capítulos, subtítulos, ilustrações e recortes — que trazem páginas com margens confortáveis, em que o texto “passeia” pelas folhas — saltarão aos seus olhos.
Sem aquele texto denso que muitas vezes faz parte desse tipo de obra, Podemos fazer coisas difíceis é um livro que nos faz lembrar que, por mais difícil que seja a fase que estamos enfrentando em nossa vida, devemos nos lembrar de que outra pessoa já passou por ela.
Compartilhar nossas experiências pode nos ajudar a enfrentar os obstáculos que surgem pelo caminho da nossa existência.
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