Olá! Como vocês estão? Novo mês, novas leituras.
Nos últimos dias estive folheando alguns livros. Obras que pretendo ler em setembro e que separei para o meu cestinho de leituras. E, para minha surpresa, encontrei várias histórias que desejo conhecer. São livros de autores que selecionei por ainda não ter lido nenhuma de suas obras ou por serem histórias que me intrigaram quando li suas sinopses.
Nesta obra, a autora aborda temas como abandono, maternidade, perdão e solidão. Ao lado da jovem personagem, conhecemos The Library, uma livraria discreta e acolhedora, quase totalmente escondida do mundo. Entre livros usados e objetos esquecidos, a garota encontra um refúgio — um lugar onde não precisa fingir ser forte, apenas existir.
Aos poucos, com a gentileza inesperada de desconhecidos e os laços improváveis que se formam, a livraria se revela mais do que um estabelecimento: torna-se um espaço de escuta, pertencimento e cura.
Será minha primeira leitura para conhecer o honkaku, gênero de mistério japonês que coloca a solução lógica do caso em primeiro plano.
A sinopse já desperta nossa atenção...
Meses depois de um caso macabro tomar as manchetes no país, um grupo de universitários viaja para uma ilha remota na costa do Japão, onde tudo aconteceu. Com o caso ainda sem solução, os jovens se hospedam na estranha Casa Decagonal, projetada por uma das vítimas do homicídio quádruplo, um arquiteto renomado.
Envoltos pelo ar de mistério e pela paixão por romances policiais, os amigos esperam tirar o maior proveito da viagem. O sentimento, porém, muda rapidamente quando um deles aparece morto e os outros percebem que terão de usar todo o conhecimento de raciocínio lógico adquirido nos livros que já leram para tentar sair vivos daquele lugar.
À medida que o assassino elimina um jovem por vez, o clima de desespero aumenta. Sem nenhuma forma de contatar o continente, eles precisam lutar contra o tempo para resolver o caso.
Ao mesmo tempo, um ex-integrante do grupo, que ficou no continente, recebe uma carta enigmática assinada por Seiji Nakamura, o falecido dono da casa. Convicto de que algo está errado, ele começa uma investigação própria para seguir as pistas e desvendar o que de fato está acontecendo.
Iniciei a leitura do livro há algumas semanas e, lendo um capítulo por dia, vou caminhando ao lado do nosso protagonista, Theo.
Aos 86 anos, esse senhor percorre diariamente as ruas tranquilas de Golden, carregando um luto silencioso. Gentil e atento, encontra conforto nos pequenos rituais da rotina, sobretudo nas visitas a uma cafeteria local, onde uma série de retratos desenhados a lápis o obriga a encarar lembranças profundas e feridas ainda abertas do passado.
Aos poucos, os encontros com os moradores da cidade se transformam em gestos de escuta e cuidado, revelando o poder transformador da empatia.
Três histórias que carregarei comigo ao longo das semanas. Lugares para os quais me mudarei, temporariamente, e pessoas com as quais conviverei.
Mas irei colocando vocês a par a cada página lida, em encontros que acontecerão aqui, na nossa aconchegante sala de bate-papos.
Até lá!
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