O Hobbit
De J.R.R.Tolkien
“Numa toca no chão vivia um hobbit. Não
uma toca desagradável, suja e úmida, cheia de restos de minhocas e com cheiro
de lodo; tampouco uma toca seca, vazia e arenosa, sem nada em que se sentar ou
o que comer: era a toca de um hobbit, e isso quer dizer conforto.”
(Livro O Hobbit – Capítulo I – Uma festa inesperada)
O caminho até a obra
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| Editora Martins Fontes |
Lembro-me quando
encontrei meu primeiro livro do universo tolkieniano. Era uma tarde chuvosa de
sexta-feira e a livraria estava tranquila. Minha intensão era a de encontrar um
livro para ler nas próximas semanas. Um livro que trouxesse uma história
complexa e original.
Então, após uma longa procura encontrei um pequeno livro. Discreto, com uma capa azul claro com losangos de uma tonalidade de azul mais escuro, a obra estava ao lado de outra, que se chamava O Senhor dos Anéis. Comparada aos outros livros, O Hobbit não possuía nenhum charme. Mas assim que o tomei em mãos e folheei suas páginas, senti que faria uma longa viagem através de suas vastas terras.
E foi isso o que aconteceu depois de conhecer um pequeno e simpático hobbit, que vivia nas verdes Colinas do Condado. Num lugar onde a grama era bem aparada e tinha portinhas redondas que abrigavam um hospitaleiro e feliz povo de pés grandes e peludos.
Era o inicio de uma amizade duradora.
Então, após uma longa procura encontrei um pequeno livro. Discreto, com uma capa azul claro com losangos de uma tonalidade de azul mais escuro, a obra estava ao lado de outra, que se chamava O Senhor dos Anéis. Comparada aos outros livros, O Hobbit não possuía nenhum charme. Mas assim que o tomei em mãos e folheei suas páginas, senti que faria uma longa viagem através de suas vastas terras.
E foi isso o que aconteceu depois de conhecer um pequeno e simpático hobbit, que vivia nas verdes Colinas do Condado. Num lugar onde a grama era bem aparada e tinha portinhas redondas que abrigavam um hospitaleiro e feliz povo de pés grandes e peludos.
Era o inicio de uma amizade duradora.

