Coluna das Cerejeiras

Olá! Como vocês estão? O outono está chegando... senti isso hoje pela manhã, quando fui caminhar. Domingo é o dia em que me permito fugir da rotina. Escrevo em cantinhos diferentes da casa, levo uma cadeira para ler um livro no jardim, cozinho comidas gostosas – fiz arroz doce, ficou delicioso! -, enfim, faço deste dia o Dia da Vivi...rs.

Muitas vezes, gosto de me sentar no jardim para escrever. Ver uma paisagem diferente me ajuda a criar. A imaginação vem quando deixamos que nossa mente viaje sem julgamentos ou análises. Começo a escrever o mais rápido que minha mão permite. E não paro para reler ou pensar:

Será que isso tem sentido?

Apesar da escaleta que sigo - um roteiro para organizar os acontecimentos da história – sempre me permito rebelar e tomar um rumo diferente. Ideias surgem de repente e nunca as perco. Ao fim do dia, quando me sento para reler o que escrevi me surpreendo. Há frases, trechos, descrições que não me lembro de ter pensado e escrito. Essa é a parte que eu mais gosto deste exercício que pratico há muitos anos. Ser ousado e valente para permitir que as ideias ganhem o papel, mesmo que ao final do dia eu tenha escrito muita bobagem, rs. Mas este é o meu método de escrita.

Já estou escrevendo As Colinas das Cerejeiras há alguns meses. A cada semana, a história cresce mais e me encanta. Há dias em que não vejo a hora de voltar para casa e poder subir na balsa que me levará para a Ilha de Jeju.

Um ótimo domingo para vocês!

Beijos😘😘