Coluna das Cerejeiras


Olá! Como vocês estão? Hoje é dia de bate-papo sobre a rotina de um escritor. Estava organizando o meu cantinho de escrita, antes de iniciar o trabalho do dia, enquanto pensava sobre o que poderíamos conversar na coluna dessa semana. Foi quando vi em minha prateleira os livros de pesquisa que separei nos últimos dias. Nesses anos como escritora recebi várias perguntas de leitores e amigos de como tenho ideias para as histórias.

Na verdade, minhas ideias surgem de muitas formas. Seja assistindo a um filme, lendo um livro, visitando um museu ou ouvindo uma conversa. Ser um bom observador e ouvinte é essencial para criar enredos. E quando encontro um tema que me agrada e empolga, me sinto motivada a pesquisar tudo sobre ele.

É o começo de uma das etapas que mais gosto da escrita, a Pesquisa.

Posso dizer que pesquisar é tão importante quanto escrever, afinal, não conhecemos todos os assuntos! E quanto mais investigamos e buscamos sobre o conteúdo de um tema, mais desejamos conhecer e nos aprofundarmos sobre ele. E isso se reflete no momento da nossa escrita.

No meu novo livro, As Colinas das Cerejeiras (título provisório), estou estudando os antigos e tradicionais contos e lendas da cultura asiática, bem como a geografia, os costumes e a história dos povos. São conhecimentos que preciso compreender com profundidade para que o leitor possa sentir e enxergar o universo que estou criando. Para que durante minha escrita, também possa enriquecer a história e torná-la crível.  

Mas há um perigo neste método... você precisa impor uma data para terminar a sua pesquisa. Para mim, essa é uma das etapas que mais gosto de fazer. Posso dizer que é um prazer poder passar algumas horas e dias dedicados a esse trabalho. Preciso apenas me policiar e dizer: Chega! Vamos ao trabalho, rs!

E vocês? Também gostam da fase de pesquisa ou preferem partir direto para a criação?

Uma ótima sexta-feira para todos! 

Beijinhos😘😘